SONAE
SONAE
Springfield
Springfield
Sheraton
Sheraton
Pandora
Pandora
Mercadona
Mercadona
MSC
MSC
Leroy Merlin
Leroy Merlin
FNAC
FNAC
Fast Shop
Fast Shop
Dia
Dia
Cortefiel
Cortefiel
Rede Ímpar
Rede Ímpar
Unilabs
Unilabs
Hospital 9 de Julho
Hospital 9 de Julho
Unimed Fortaleza
Unimed Fortaleza

Interoperabilidade no Setor da Saúde: Como pode o WFM ajudar?

Interoperability in Healthcare

Interoperabilidade no Setor da Saúde: Como pode o WFM ajudar?

A maioria dos departamentos de sistemas, tanto nas organizações privadas como nas públicas, está a meio da conquista da interoperabilidade, especialmente no setor da saúde.

O setor está a assistir a uma mudança de paradigma impulsionada pela tecnologia. A interoperabilidade, a capacidade de diferentes sistemas e software de cuidados de saúde comunicarem e trocarem informações sem problemas, está na vanguarda desta transformação. Mas, está a mudar como?

A interoperabilidade é um aspeto essencial quando se trata de simplificar a gestão das organizações. Especialmente, quando a informação recolhida pode diferir.

Neste artigo, aprofundamos os meandros da interoperabilidade no setor da saúde e exploramos a forma como as soluções de gestão da força de trabalho podem ser um fator de mudança para a alcançar.

O que é a interoperabilidade no setor da saúde? 

A interoperabilidade é um aspeto crucial dos cuidados de saúde modernos. Sendo responsável pela normalização das nomenclaturas de acordo com as normas de saúde internacionais. Por outras palavras, permite a diferentes sistemas de informação e aplicações informáticas comunicarem, trocarem dados e utilizarem as informações trocadas.

Neste sentido, assume então um papel fundamental ao possibilitar o intercâmbio eficiente de dados entre vários sistemas e plataformas no setor da saúde.

O conceito traduz-se ainda em 3 tipos: 

  • Interoperabilidade Funcional

Refere-se à simples troca de dados entre sistemas. É como se dois sistemas diferentes falassem a mesma “linguagem” técnica. Este tipo de interoperabilidade garante que os dados podem ser partilhados eficazmente, facilitando um fluxo de informação mais fluido.

  • Interoperabilidade Semântica 

Vai além da troca e garante que o significado dos dados seja compreendido consistentemente entre os sistemas. Centra-se na garantia de que a interpretação dos dados permanece consistente em toda a linha, reduzindo o risco de falhas de comunicação ou erros.

  • Interoperabilidade Operacional 

Está relacionada com a coordenação e a colaboração entre diferentes sistemas, assegurando que estes trabalham em conjunto e de forma harmoniosa no âmbito do fluxo de trabalho dos cuidados de saúde. Quando os sistemas são interoperáveis a nível operacional, isso conduz a melhorias significativas na eficiência e na prestação de serviços.

Desafios da interoperabilidade na saúde 

De um ponto de vista tecnológico, o intercâmbio e a portabilidade dos dados de saúde dos doentes podem agora ser assegurados. Mas até lá, é necessário superar desafios que muitas vezes parecem inalcançáveis, exatamente devido aos tipos de interoperabilidade.

Nesse sentido, os principais desafios são:

  • Repositórios de dados 

Um dos principais desafios para alcançar a interoperabilidade é a existência de repositórios de dados. As organizações de cuidados de saúde utilizam frequentemente software e sistemas diferentes que armazenam dados em repositórios isolados, dificultando o acesso e a partilha de informações. 

  • Falta de normalização 

A falta de formatos de dados normalizados e de protocolos de comunicação constitui um obstáculo significativo à interoperabilidade. A existência de estruturas de dados e sistemas de codificação diferentes pode levar a interpretações incorretas e erros quando os dados são trocados.

  • Preocupações com a segurança 

No setor dos cuidados de saúde, a segurança dos dados é fundamental. A interoperabilidade levanta preocupações sobre a privacidade e a segurança dos dados dos doentes, uma vez que a partilha de informações entre sistemas pode expor informações sensíveis a um acesso não autorizado.

Como as instituições se adaptarão a esta nova realidade? 

Para ter um sistema de saúde eficiente é preciso escolher bem os seus fornecedores para que a tecnologia utilizada tenha a preocupação com a interoperabilidade.

Nesse sentido, as instituições devem dar prioridade aos fornecedores que oferecem soluções interoperáveis. Isto significa escolher sistemas e software que se possam se comunicar de forma eficaz e com a mesma linguagem, com as outras ferramentas utilizadas na organização.

Além disso, a colaboração é fundamental no setor da saúde. As instituições devem colaborar ativamente com os seus fornecedores na partilha continua de informações para que consigam aprimorar a tecnologia subscrita.

No final, o objetivo será sempre avaliar regularmente a eficiência e a eficácia dos sistemas interoperáveis.

Vantagens da interoperabilidade como aliada na Gestão da Força de Trabalho 

  1. Escala eficiente

Com a intercomunicação dos sistemas de saúde, o WFM pode utilizar dados mais exatos. Esta precisão ajuda a prever a necessidade de recursos humanos de forma mais eficaz, conduzindo, em última análise, a uma melhor gestão da força de trabalho. 

  1. Melhoria da experiência e da segurança dos doentes

Uma gestão de pessoas integrada aos sistemas de cuidados ao paciente, resulta em um impacto significativo nos cuidados prestados aos doentes. Podem reduzir os tempos de espera e garantir que o nível correto de cuidados é prestado prontamente, melhorando a experiência e a segurança do paciente.

  1. Decisões em tempo real

Os sistemas interoperáveis fornecem dados em tempo real que são valiosos para a tomada de decisões rápidas e informadas. Por exemplo, ferramentas como o SISQUAL® Nursing Acuitypodem se beneficiar muito desses dados em tempo real, permitindo que os prestadores de cuidados de saúde se adaptem rapidamente à evolução das necessidades dos doentes.

  1. Eficiência de custos

Tanto os sistemas interoperáveis como o WFM podem conduzir a poupanças de custos. Ajudam a melhorar a distribuição do pessoal, o que, em última análise, contribui para a eficiência dos custos nas organizações de cuidados de saúde. 

  1. Escalabilidade

À medida que as instituições de cuidados de saúde crescem, a necessidade de sistemas interoperáveis e de uma WFM eficaz torna-se ainda mais crucial. Este tipo de sistema ajuda a acompanhar a evolução das necessidades das organizações de cuidados de saúde, garantindo que estas podem escalar as suas operações de forma ágil. 

 

Como o SISQUAL® WFM se adaptou a esta nova realidade?  

Nesse sentido, o SISQUAL® WFM por ser uma referência na área da saúde entende a importância da uniformidade da linguagem no setor da saúde e, portanto, está preparado para apoiar e fornecer soluções que estejam em busca da interoperabilidade em sua organização.  

Com sistemas de saúde interoperáveis, o WFM pode efetivamente planear, agendar e gerir a força de trabalho com base em dados precisos e atualizados, maximizando a eficiência e melhorando a prestação de serviços.

Ter uma ferramenta interoperável de Gestão da Força de Trabalho colmata o fosso entre sistemas de cuidados de saúde díspares, melhorando os níveis de serviços e consequentemente, a segurança dos pacientes, a eficiência de custos e resulta numa tomada de decisões baseadas em dados.

Adotar a interoperabilidade com base no WFM não é apenas uma escolha; é uma necessidade no panorama atual dos cuidados de saúde.

Agende uma conversa connosco para melhorar a sua gestão da força de trabalho.