Saúde: Certificações JCI, ONA e Qmentum definem Excelência nas Instituições do Brasil

Certificações Brasil

Atualmente, a saúde é um dos setores que mais tem sentido mudanças operacionais. Devido ao aumento crescente de solicitações neste setor, as instituições de saúde deparam-se hoje com um grande desafio: dar resposta a um elevado número de pacientes ao mesmo tempo que tentam prestar um atendimento de qualidade. Por outro lado, a utilização de novas tecnologias fez crescer também o número de pacientes com acesso a informações e meios comparativos dentro do setor, o que faz com que as instituições apostem, cada vez mais, em obter certificações de qualidade.
Por conseguinte, a procura por excelência nos serviços passa por rigorosos processos de certificação e acreditação que atestam a qualidade, segurança e eficiência dos serviços. E se antes eram as instituições privadas que mais se preocupavam em obter certificações de qualidade, hoje, são cada vez mais as unidades de saúde públicas a recorrer a processos de avaliação interna como garantia de excelência no atendimento ao público e solidez financeira da instituição.

Em que consiste uma acreditação?

Acreditação é o processo pelo qual uma instituição ou órgão competente atesta a competência técnica de uma empresa para prestar determinado serviço.

Resumidamente, também se pode dizer que as acreditações se baseiam no cumprimento de requisitos. No entanto, nelas está incluída também a avaliação de conformidade de requisitos técnicos do processo, de forma muito mais aprofundada.

Segundo Karla Spadafora, Gerente de Produtos da Saúde da SISQUAL® WFM para o mercado brasileiro , “para ser acreditada ou reconhecida, uma instituição precisa de garantir a eficiência, eficácia e efetividade nas suas operações”, explica. Desta forma, as instituições que assegurarem estes requisitos estão a garantir os níveis mínimos de segurança no atendimento e na qualidade dos serviços.

Que tipo de certificações existem?

No Brasil, um mercado em crescimento para a SISQUAL® WFM no setor da saúde nos últimos anos, existe uma variedade de acreditações nacionais e internacionais que as instituições podem obter. A metodologia utilizada para realizar as avaliações segue o cumprimento de diversos requisitos, entre os quais se destacam: melhoria da segurança e qualidade para o paciente; qualificação e educação dos profissionais; gestão da informação e comunicação, entre outros.

Dos principais órgãos internacionais de acreditações hospitalares, destacam-se:

Joint Commission International (JCI): É reconhecida globalmente por ser a organização internacional líder de acreditações hospitalares. A Joint Comission Internacional atua em mais de 100 países e faz parceria com hospitais, clínicas e centros médicos académicos, sistemas e agências de saúde, ministérios do governo, universidades e advogados com a intenção de promover padrões de qualidade no atendimento e soluções que proporcionem uma experiência de excelência nos cuidados aos pacientes.

Qmentum International: Criado pela Accreditation Canada, o modelo Qmentum avalia instituições em mais de 30 países, promovendo padrões de alto desempenho em segurança e qualidade. O modelo tem padrões ainda mais rigorosos que outras certificações, sendo uma referência global em excelência na prática de cuidados de saúde.

Divide-se em três graus de acreditação: Gold: foco na construção de estruturas básicas de qualidade; Platinum: consolida práticas padronizadas e promove o cuidado centrado no paciente; e Diamond: Representa a excelência em segurança e inovação, com um compromisso consistente com as melhores práticas de cuidados de saúde.

ONA define padrões de qualidade no Brasil

 

 

A ONA (Organização Nacional de Acreditação) é responsável pela gestão dos padrões brasileiros de qualidade e segurança na saúde. É uma instituição privada, cuja função consiste em incentivar o setor da saúde a melhorar os processos de gestão e qualidade dos serviços prestados. Para garantir o desenvolvimento contínuo da qualidade dos serviços prestados, a ONA certifica as Instituições em três níveis:

Nível 1 (Acreditado): cumprimento dos requisitos essenciais para garantir a segurança do paciente;

Nível 2 (Acreditação Plena): foco nos processos e na gestão integrada; e

Nível 3 (Acreditação por excelência): certifica a excelência na gestão institucional.

Em suma, as certificações garantem que uma instituição de saúde atende a padrões globais de qualidade, segurança e gestão. Além de melhorar os serviços prestados, aumentam a confiança dos pacientes nos serviços e fortalecem a competitividade no setor. As organizações certificadas destacam-se, assim, pela capacidade de oferecer um atendimento mais seguro, eficiente e centrado no paciente. Para Karla Spadafora “as instituições que alcançam os níveis mais altos de acreditação demonstram um compromisso com a excelência, adotando ferramentas de gestão que promovem uma comunicação eficaz e integração entre setores”, ressalva.

Como o WFM fundamenta o Processo de Certificação

O recurso a plataformas de Workforce Management por parte das Instituições de Saúde no Brasil  tem se mostrado determinante para a obtenção de certificações como a JCI, ONA e Qmentum, ajudando a alinhar as operações aos padrões exigidos e promovendo eficiência e qualidade nos serviços. “O WFM garante maior qualidade de vida aos colaboradores, lideranças e instituições, e traz como consequência assistência de maior qualidade aos pacientes, garantindo dimensionamentos assertivos, que reduzem os riscos operacionais, e garantem os padrões de qualidade necessários a uma instituição que procura melhorar os processos, e a excelência no atendimento”, reforça a especialista em Produtos de Saúde .

De acordo com dados internos da SISQUAL® WFM, 47% dos clientes da Saúde no Brasil possuem acreditação, sendo que a ONA lidera com 43%, seguida pelo Qmentum (30%) e JCI (4%). Desta forma, “os crescentes números de instituições acreditadas e de instituições a utilizarem a solução WFM evidenciam que a ferramenta atua com requisitos de qualidade, exigidos e observados pelos orgãos certificadores”, conclui Karla Spadafora.

A integração de plataformas de WFM potencia o alcance das certificações, permitindo que as instituições se destaquem no mercado e proporcionem melhores serviços aos pacientes.
Assim, apostar em ferramentas de WFM é investir em inovação, alinhamento estratégico e, acima de tudo, na construção de um sistema de saúde mais eficaz e humano.

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