A SISQUAL® WFM encerrou com sucesso a sua participação no Labour 2030, o maior evento português sobre o futuro do trabalho e que reuniu especialistas, líderes empresariais e representantes de diferentes setores para refletir sobre os desafios e oportunidades do mercado de trabalho. Durante dois dias, o debate centrou-se em temas como a Inteligência Artificial (IA), a economia digital e a crescente necessidade de flexibilidade como resposta às transformações do mercado e aos novos modelos organizacionais.
O Papel da Tecnologia na Escassez de Talento
Na sessão de abertura, no SISQUAL® Room, o Presidente da SISQUAL® WFM, Frederico Magalhães, destacou os principais desafios para os próximos anos: a escassez de mão-de-obra em setores fundamentais para a sociedade, como a saúde, por exemplo, irá exigir uma reestruturação do mercado”, ressalva. Estará a Inteligência artificial (IA) preparada pada dar resposta a este e outros desafios?
A digitalização, neste contexto, desempenha um papel crucial. Através de ferramentas de WFM torna-se possível equilibrar a distribuição de escalas, dimensionar equipes de acordo com as necessidades do negócio e oferecer autonomia aos trabalhadores, fatores essenciais para enfrentar a escassez de talento e as novas exigências do mercado.
Outra questão destacada durante o evento foi a necessidade de adaptar o mercado às realidades de quem sustenta a força de trabalho. No setor da saúde, por exemplo, 70% dos profissionais são mulheres com filhos, o que exige soluções flexíveis e adaptadas ao mercado real. Assim, funcionalidades como ‘Turnos em Aberto’ (Open Shifts) surgem como resposta imediata, permitindo que colaboradores escolham turnos de acordo com a sua disponibilidade, em uma abordagem que alia flexibilidade à produtividade.
Novos Formatos de Trabalho devem ser Colaborativos
Ainda no SISQUAL Room, Denis Pennel, ex-diretor executivo da Confederação Mundial do Trabalho (World Employment Confederation), reforçou a importância de criar um mindset coletivo para o futuro do trabalho:
“O desafio é tornar o regresso ao escritório tão apelativo quanto trabalhar de casa, promovendo diálogo social e garantindo que os colaboradores se sintam ouvidos e representados.”
No primeiro dia do evento, destacaram-se ainda debates sobre o impacto da economia Gig, a digitalização e o consumo online, os limites da Inteligência Artificial no trabalho humano e a necessidade de regulamentação para equilibrar tecnologia e humanização.
Horários Self-Service: de Utopia a Realidade
O segundo dia trouxe um dos momentos mais aguardados: o debate sobre “Horários Self-Service: Realidade ou Utopia?”, que contou com a participação de José Pedro Sousa Fernandes (Vice-presidente da SISQUAL® WFM), Frederico Magalhães (Presidente da SISQUAL® WFM), Gonçalo da Gama Lobo Xavier (Presidente da Associação de Empresas Portuguesas de Distribuição – APED) e Miguel Seixas (Managing Director da Case Consulting).
O consenso foi claro: a flexibilidade na gestão de horários já não é uma utopia, mas sim uma inevitabilidade. Para Miguel Seixas, “se as empresas não adotarem estas soluções não conseguirão reter colaboradores”.
Já Gonçalo Lobo Xavier destacou a complexidade do tema, sobretudo em setores de serviços, enquanto Frederico Magalhães reforçou a urgência da mudança, lembrando que em uum cenário de emprego pleno só a flexibilidade permitirá atrair e manter talento.
A 3ª edição do ‘Labour 2030’ comprovou que temas como escassez de talento, digitalização e autonomia dos colaboradores já fazem parte da realidade atual e exigem soluções concretas. Desta forma, o futuro do trabalho passa pela humanização e flexibilidade apoiadas por ferramentas que ajudam empresas a preparar-se para o futuro, colocando as pessoas no centro dessa transformação.
Quer saber mais sobre os benefícios do SISQUAL® WFM para o seu negócio?
Marque já uma demonstração!





























