No dia 28 de maio, a Escola de Engenharia da Universidade do Minho (EEUM) foi palco de uma conversa sobre o papel da engenharia na transformação da sociedade. O evento, intitulado “Engenharia e Futuro”, integrou as comemorações dos 50 anos da EEUM e trouxe ao debate questões cada vez mais centrais: a inovação com consciência, a tecnologia com propósito e a humanização na engenharia.
Entre os convidados da mesa-redonda esteve Frederico Magalhães, Presidente da SISQUAL® WFM, que partilhou a sua visão sobre os desafios e responsabilidades da engenharia moderna. A conversa, moderada por Fernando de Almeida Santos, Bastonário da Ordem dos Engenheiros, contou ainda com a contribuição do teólogo e professor José Rui Teixeira, em um ambiente de reflexão interdisciplinar e crítica construtiva.
Durante o debate, o Presidente da SISQUAL® WFM destacou os desafios éticos da inovação e o impacto social das soluções tecnológicas nas organizações, realçando o papel atual das ferramentas de gestão da força de trabalho na eficiência operacional e na sociedade.
“A automatização de processos é uma resposta às necessidades do mercado de trabalho, contudo, porque o maior ativo de uma empresa são as pessoas, temos a preocupação de que a nossa ferramenta não só aumente a produtividade mas ao mesmo tempo dê qualidade de vida a quem a utiliza”, explica.
Durante o debate foram vários os membros do público presente que questionaram os oradores sobre o papel da humanização nos processos tecnológicos, em particular com o aparecimento da Inteligência Artificial (IA). Para o Presidente da SISQUAL® WFM, tecnologia e humanização caminham lado a lado, tornando-se hoje um desafio para as empresas inovar com princípios de ética e sustentabilidade humana. Com formação em robótica, Frederico Magalhães tem reiterado essa visão em diferentes contextos, incluindo em uma recente entrevista ao podcast ‘O CEO é o Limite’, do Jornal Expresso, mencionando que “o líder, se não for humano, não consegue vencer”.
Veja abaixo a galeria de fotos:
Entre os convidados da mesa-redonda esteve Frederico Magalhães, Presidente da SISQUAL® WFM, que partilhou a sua visão sobre os desafios e responsabilidades da engenharia moderna. A conversa, moderada por Fernando de Almeida Santos, Bastonário da Ordem dos Engenheiros, contou ainda com a contribuição do teólogo e professor José Rui Teixeira, em um ambiente de reflexão interdisciplinar e crítica construtiva.
Durante o debate, o Presidente da SISQUAL® WFM destacou os desafios éticos da inovação e o impacto social das soluções tecnológicas nas organizações, realçando o papel atual das ferramentas de gestão da força de trabalho na eficiência operacional e na sociedade.
“A automatização de processos é uma resposta às necessidades do mercado de trabalho, contudo, porque o maior ativo de uma empresa são as pessoas, temos a preocupação de que a nossa ferramenta não só aumente a produtividade mas ao mesmo tempo dê qualidade de vida a quem a utiliza”, explica.
Humanização é diferencial competitivo
Durante o debate foram vários os membros do público presente que questionaram os oradores sobre o papel da humanização nos processos tecnológicos, em particular com o aparecimento da Inteligência Artificial (IA). Para o Presidente da SISQUAL® WFM, tecnologia e humanização caminham lado a lado, tornando-se hoje um desafio para as empresas inovar com princípios de ética e sustentabilidade humana. Com formação em robótica, Frederico Magalhães tem reiterado essa visão em diferentes contextos, incluindo em uma recente entrevista ao podcast ‘O CEO é o Limite’, do Jornal Expresso, mencionando que “o líder, se não for humano, não consegue vencer”.
Acreditando que a tecnologia deve estar ao serviço das pessoas, a SISQUAL® WFM desenvolve soluções que colocam o bem-estar dos colaboradores no centro da gestão operacional, possibilitando que empresas da saúde, varejo, indústria, hotelaria, entre outros setores, otimizem recursos e promovam um equilíbrio real entre produtividade e qualidade de vida.
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